
“Vivemos numa sociedade de informação”. Esta afirmação seria uma constatação quase unânime, por isso talvez lida como “lugar comum”, se não fossem algumas questões que permeiam esta conclusão (e contexto), e que nos permite pensar esta frase sob um outro olhar mais crítico. Viver sob a necessidade de se informar não implica em saber lidar com o conhecimento.
Será, que vivemos numa sociedade que preza realmente pelo conhecimento? Não teríamos chegado a um ponto, pensando em cultura de massa, de sermos simplesmente indiferentes à criticidade? Mesmo os mais críticos, teriam condições de pensar a sua própria realidade ou simplesmente aceitam passivamente teorias e leituras de determinados autores ou formadores de opinião?
Diante de tantos desafios que a vida moderna nos impõe, pensar a questão da gestão do conhecimento se torna não só pertinente, mas necessária.
Pensar a gestão do conhecimento usando como analogia o processo de construção de um prédio, por exemplo, pode nos ilustrar como os elementos se interagem e formam uma obra. Seguindo esta figura de linguagem, os dados seriam os tijolos, que agrupados formam blocos, que precisam de cimento (informação). Neste ponto, a capacidade de relacionar é sine qua non para a “liga” funcionar.
Muros são construídos, e através deles, somos capazes de enquadrarmos fatos. A interpretação de uma situação é fortemente condicionada aos muros que construímos. Saber como essas paredes estão sendo construídas, e principalmente para onde elas nos permite deslocamento, é imperativo para aqueles que prezam pelo bom senso.
A obra, o conjunto de uma vida, deve ser vista como um processo constante de construção e desconstrução. Desta forma, nos tornamos mais livres para as trocas, tão importante neste processo.
Será, que vivemos numa sociedade que preza realmente pelo conhecimento? Não teríamos chegado a um ponto, pensando em cultura de massa, de sermos simplesmente indiferentes à criticidade? Mesmo os mais críticos, teriam condições de pensar a sua própria realidade ou simplesmente aceitam passivamente teorias e leituras de determinados autores ou formadores de opinião?
Diante de tantos desafios que a vida moderna nos impõe, pensar a questão da gestão do conhecimento se torna não só pertinente, mas necessária.
Pensar a gestão do conhecimento usando como analogia o processo de construção de um prédio, por exemplo, pode nos ilustrar como os elementos se interagem e formam uma obra. Seguindo esta figura de linguagem, os dados seriam os tijolos, que agrupados formam blocos, que precisam de cimento (informação). Neste ponto, a capacidade de relacionar é sine qua non para a “liga” funcionar.
Muros são construídos, e através deles, somos capazes de enquadrarmos fatos. A interpretação de uma situação é fortemente condicionada aos muros que construímos. Saber como essas paredes estão sendo construídas, e principalmente para onde elas nos permite deslocamento, é imperativo para aqueles que prezam pelo bom senso.
A obra, o conjunto de uma vida, deve ser vista como um processo constante de construção e desconstrução. Desta forma, nos tornamos mais livres para as trocas, tão importante neste processo.